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Chega um determinado ponto na vida de qualquer líder que soa como estagnação. Os negócios não vão bem nem mal, a empresa está ok e ponto, o nível de conhecimento dos colaboradores é moderado. O dia a dia de trabalho pesa porque se torna entediante: algumas reuniões, contatos importantes aqui e ali, e o mundo da inovação passando em sua frente como um filme que só causa angústia.


Se você está em posição de liderança, a notícia ruim é que provavelmente esse momento vai chegar para você também. A boa é que há mil atitudes a serem tomadas para sair desse lugar de estabilidade excessiva – abaixo, listamos 3 delas.

1. Assuma as rédeas

Assumir responsabilidades é diferente de assumir a culpa. Culpa é um sentimento e é infrutífero. Já a responsabilidade gera movimento, é produtiva, causa impacto mesmo que doa em um primeiro momento.


Quando se está em posição de liderança, é fácil atribuir os erros a fatores externos. Uma série de aspectos da vida moderna nos levaram a acreditar que líder é quem vê as coisas de cima e aponta o gap. Hoje, quem se interessa por desenvolvimento de pessoas e o estudo da liderança já sabe que não é assim que funciona.


A responsabilidade por sua sensação de estagnação não está nos prazos desrespeitados, no atraso de colaborador x, na falta de proatividade de y e muito menos na tal crise político-econômica do país. Está em você. Mas para fazer algo diante disso, é preciso assumi-la.


Comece por uma autoanálise silenciosa, corajosa e honesta. E um detalhe: nela, está proibido envolver outras pessoas.

2. Não tema o diferente

O próximo passo é estar aberto. Uma vez que você parou de culpar o mundo inteiro por sua própria carreira, fica mais fácil ouvir o outro. Nesse momento, saiba incluir a todos. Reúna pessoas com visões divergentes sobre determinados assuntos antes de tomar decisões.


Por ser um lugar seguro, é sempre mais fácil ouvirmos aqueles que possuem uma visão mais alinhada com  a nossa. Em cargos de liderança, isso é extremamente prejudicial para carreiras e empresas.


Saia da zona de conforto, abrace o diferente e os opostos, coloque tudo em cheque. Alguém possui uma ideia que soa um tanto maluca para resolver determinado problema? Deixe ela guardada em sua mente e reflita a respeito mais tarde, sozinho. Ela ainda lhe parece tão maluca assim ou tem chances de ser o gatilho da mudança que você e sua empresa tanto precisam? Abra espaço para o risco, vez por outra.

3. Jamais pare de investir em si mesmo

Por estar em um lugar de liderança, você deve ter atributos – intelectuais, comportamentais e/ou técnicos – que lhe trouxeram até aqui. Se as coisas estão parecendo quietas demais, beirando ao tédio, será que não chegou a hora de desenvolver tais atributos?


É muito fácil nos acomodarmos quando as coisas estão em um nível “ok”. Você já está onde queria, afinal de contas, não é mesmo? Mas é justamente a falta de perspectiva e de movimento que contamina a rotina e o seu sucesso como líder.


Por falar nisso, o futuro pertence aos que tiverem as habilidades comportamentais corretas. Isso vai para além, muito além do conhecimento técnico. Tudo que você sabia sobre liderança um ano atrás já é obsoleto. O mundo é veloz, o conhecimento também.


O que você está fazendo para manter-se firme neste cenário?


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