Insano talvez seja aquele que, em sua inquietude, decidiu não desbravar novos mundos.

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Por Tiago Petreca

Recolher-se em um casulo no qual não cabemos mais não sufoca somente o corpo, reprime a alma. Assim vejo muitas de nossas organizações. Confinadas a um paradigma, desejosas de mudanças, mas com medo de rasgar a casca que criaram. Tentam alargá-la, mas se encolhem ao menor sinal de uma fresta. Estão presas ao modelo antigo em sua estrutura enquanto, por dentro, o novo deseja surgir, romper o casulo e bater asas em um novo mundo. É lindo ver esse impulso por um ambiente mais humano, mais vivo. É tenebroso perceber o quanto a casca de uma visão de mundo mecanicista se comporta como uma armadura que traz a sensação de segurança quando, na verdade, limita profundamente o desabrochar de organizações que querem ser mais vivas. Não se trata de ter mais resultados! Trata-se de sobrevivência. A evolução do nível de desenvolvimento humano deseja romper os limites, transformá-los em fronteiras e atravessá-los.


O paradigma no qual a grande maioria das organizações opera já criou o seu melhor: tecnologias, inovação, riqueza, exploração do espaço e dos genes. Mas também consumiu boa parte dos recursos naturais e da alma humana. O mundo virou máquina e as pessoas, engrenagens. A natureza egoica do ser humano atingiu um ápice brutal na busca pelo poder. Isso certamente não é uma novidade. O novo se dá nas organizações que abraçaram a coragem para romper esse paradigma e experimentar novos voos. Não para o espaço, não na tecnologia, não nos post-its! Trata-se de um voo com as asas da alma, que transcendem a mera racionalização do mundo. São empresas que transgrediram a armadura e se reconheceram como organismos vivos. Que não pensam na natureza como algo que compõe políticas de sustentabilidade e sim como exemplo de como se deve fazer gestão. Se veem como parte integrante de um todo e, como um todo, operam de forma viva. Não só sabem dos avanços da neurociência, mas como incorporam o significado de se ter mente, corpo e alma.


Tudo está vivo em um sistema complexo no qual regras, compliance, governança e poder não dão mais conta. Nossa própria criação extrapola os modelos de gestão que temos. Falamos de disrupção tecnológica e esquecemos da disrupção da consciência. Mas é ela quem define os parâmetros pelos quais interpretamos a realidade. Mudamos essa realidade, mas não o nosso paradigma. Sentimo-nos estranhos no ninho que criamos. Clamamos por algo mais e não sabemos que mais é esse pois, em vez de olhar para fora, insistimos em olhar para até onde as paredes de nossa visão mecanicista permite. Queremos ver o novo com olhos antigos. Queremos entender o novo mundo somente pela razão, big data e analytics. Aperfeiçoamos incrivelmente o paradigma da máquina e as próprias máquinas. E o ser humano? Só será visto como evoluído quando partes mecânicas forem implantadas em seu corpo? Quando forem mais máquinas que gente? Emprestamos nossa capacidade cognitiva ao que se chama de inteligência artificial. Será que estamos dispostos a entregar nossa alma?


Talvez, ao ler essas palavras, você tenha visto em sua imaginação hippies, ecologistas, Woodstock (para quem já ouviu falar). Essas imagens, embora existam na realidade, refletem apenas um estereótipo de negação da mente mecanicista que, com todo direito, irá gritar em sua própria defesa. Justo! Mas as organizações que operam na base do poder, do comando, das regras, da meritocracia em prol de mais resultados e lucro ficarão de queixo caído e engrenagens enferrujadas ao descobrir que aquelas que venceram seu casulo e assumiram sua essencial realidade de organismo vivo trazem mais resultados, são mais saudáveis, sustentáveis e, por que não dizer, mais felizes. Isso sim é disrupção! Você percebe que tudo começa em nossa mente, na forma como vemos o mundo?


Robert Dilts, um dos maiores nomes da Neurolinguística, propõe um sistema por meio do qual podemos melhor entender essa dinâmica. São 6 níveis, que chamamos de neurológicos. De baixo para cima, temos: ambientes, comportamentos, capacidades/habilidades, crenças e valores, identidade e sistema global, originalmente chamado de espiritualidade devido a sua característica transcendente (e nem um pouco religiosa). Em suma, os níveis superiores, uma vez alterados ou estabelecidos, determinam os níveis inferiores. O nível da identidade, por exemplo, no qual se entende que o mundo funciona bem se for encarado como uma máquina, determina os valores, crenças, habilidades, comportamentos e ambientes. Perceba como essa metáfora, a da máquina, determina os parâmetros pelos quais pensamos. Todas as soluções que buscarmos sempre estarão determinadas dentro desse casulo. Tudo será regido pela pergunta: “Como faço isso funcionar melhor?”. Com mais eficiência, com melhor produtividade, com mais inovação e por aí vai. Ao se alterar essa metáfora, isto é, a identidade que nos colocamos, como nós vemos e entendemos como o mundo opera, ampliamos ou restringimos nossa forma de pensar. Se pegarmos a metáfora do organismo vivo, veja como isso muda. Em vez de eficiência, posso me perguntar: “Qual é o caminho mais orgânico?”. Em vez de resultados, levo meu questionamento para: “Qual é o terreno mais adequado para o fruto que desejo?”. Em vez de inovação, trago ao campo da dúvida a permissão de buscar entender como melhor deixar emergir as soluções naturalmente. Note como isso acaba exigindo novas crenças e valores, bem como novas habilidades. Acreditar em “ajustar a máquina” dá lugar a acreditar em “deixar o sistema, complexo que é, se autorregular”. Somente essa mudança já dá um verdadeiro nó – ou emperra as engrenagens da mente mecanicista. E tudo bem, pois temos em nosso cérebro razões para isso.

Como diz Inês Cozzo, que lindamente alinhou os níveis neurológicos ao nosso sistema nervoso, a identidade, o senso de quem somos, está vinculado ao sistema endócrino/Imunológico. Santo Deus! Mexeu aí, mexeu na nossa defesa, mexeu no interesse intrínseco de nosso cérebro pela sobrevivência. Por isso, alcançar a disrupção de um paradigma é neurologicamente desafiador, mas necessário. Assim, em respeito ao nosso sistema “de defesa”, faz-se importante agora lhe dizer que, mais do que ser possível essa evolução, diversas empresas já o fizeram e tantas outras estão fazendo. Mais do que entender que o sistema atual está falido, elas entenderam que o novo paradigma é de fato aquele que melhor permite o potencial humano aflorar – casos da Buurtzorg, FAVI, Morning Star, Sun Hydraulics, para citar apenas algumas. Se faz sentido para você esse cenário e se você deseja romper com a armadura que lhe contém, prepare-se para uma linda jornada, certamente cheia de aventuras e desafios, mas não daqueles de resolução de problemas de “máquinas”, e sim dos desafios da evolução de uma consciência em direção a um nível mais alto no desenvolvimento humano. Para os curiosos e desejosos de uma mudança, a seguir há um complemento a este assunto. O complemento para os fortes de coração e desejosos da alma

“Não há nada inerentemente ‘melhor’ em estar em um nível mais alto de desenvolvimento, da mesma forma que um adolescente não é ‘melhor’ do que uma criança pequena. Entretanto, a verdade é que um adolescente pode fazer mais porque ele ou ela pode pensar de forma mais sofisticada do que uma criança pequena. Qualquer nível de desenvolvimento está bom; a questão é se esse nível de desenvolvimento está adequado à tarefa que temos em mãos.”
(Nick Petrie)

Para começar uma nova jornada, o interesse é fundamental, e também um mapa. Não que o mapa vá determinar o terreno que vamos percorrer, mas certamente nos dará direções importantes para navegar em um ambiente ainda desconhecido por muitos. Esse já é um ponto crucial: acreditar que a cada passo se consegue construir o caminho sem que se deseje ou se precise de uma estrada já pronta e percorrida. Aqui está a verdadeira jornada. Mais adiante partilharei com você outras estradas, de empresas que já colocaram seu cérebro, coração e alma para trabalhar em uníssono, mas não para que você percorra a mesma trilha, e sim para que você passe a acreditar que é possível.


Aqui temos uma lição importante a considerar: a caminhada que se faz construindo o caminho. Um sistema vivo tem seus critérios para que se reproduza, multiplique-se, frutifique. A natureza é cheia de regras, de leis. Isso certamente acalenta os corações mecânicos. Mas calma lá! Essas regras têm por função estabelecer, como você bem sabe, os parâmetros saudáveis das dinâmicas naturais. Uma simples regra é plantar para depois colher, e colher somente o fruto do que foi plantado. Parece óbvio, mas é bem mais profundo. As regras naturais não são desrespeitadas pela natureza, somente pelo homem. Uma forma simples de você atestar isso é olhar para seus processos, como o de compras, por exemplo. Quantas regras, processos, compliances estão determinados? Quantas vezes, porém, você já ouviu dizer que essas mesmas regras que sua empresa estabeleceu foram desrespeitadas? Ah! É uma urgência! Será que não dá para fazer de outra forma? Se pularmos esta etapa, lá na frente a gente não consegue dar um jeitinho?


Perceba que há um movimento orgânico buscando se ajustar dadas as demandas reais das operações. Contudo, são movimentos orgânicos no intuito de contornar o sistema de regras estabelecido e não um movimento para fazer fluir o sistema, pois, no fim das contas, este as empresas não deixam mudar. Fala-se de melhorar processos. Perceba esta simples fala: “Melhorar processos!”. É máquina pura! Então você me pergunta: mas não seria isso mesmo que devemos fazer, melhorar processos? Ou, ainda, se eu for orgânico não estarei melhorando o processo? Sim e sim. O primeiro sim, pela visão mecanicista, você foca no processo; o segundo sim você foca na visão, nas crenças, no terreno, no contexto, e o processo vem emergindo dessa dinâmica. Entendo que pode parecer uma paranoia. Mas me deixe buscar traduzir isso de forma mais prática. Frederic Laloux, em sua obra “Reiventando as organizações”, traz uma série de exemplos importantes de transformação no mesmo sentido que abordo aqui. Vou resumir um pouco do que ele traz e, para isso, talvez eu cometa o pecado da incompletude. Se lhe parecer que isso aconteceu, convido você a ler o livro, que é daqueles parrudos, mas que vale muito a pena. Vamos lá!


A organização sobre a qual farei referência agora me parece a mais querida por Laloux devido ao número de vezes que ele a cita nas diversas publicações que faz (em seu livro, em seu canal do Youtube, em suas entrevistas, em podcasts. O nome da organização é Buurtzorg. Mas antes de dizer o que ela é, quero contar como ela surgiu. Há mais ou menos 20 ou 30 anos, o governo holandês pediu aos seus fornecedores de home care, aqueles que atendem pacientes em casa com serviços de enfermagem, melhor eficiência, mais produtividade, mais resultados, enfim. Com essa visão de mundo, buscou-se tudo aquilo que pode ser monitorado, medido, colocado em relatórios. Mediu-se quanto tempo se leva para dar uma injeção, um banho, a troca de um curativo. Perfeito! Ao saber o tempo de cada procedimento, podemos agora colocar tudo isso em uma planilha.

Cria-se então um centro de controle onde tudo que é devidamente colocado em suas linhas e colunas abarcadas por fórmulas matemáticas torna-se altamente previsível. Se fosse nos dias de hoje, seriam o analytics e o big data, afinal estamos falando da população da Holanda (que não é grande, mas ainda assim é gente demais). Com tudo bem esquematizado, a central, pela sua diretoria de operações, determina onde, quando, como e quanto tempo cada profissional da enfermagem fará seu trabalho. Parece o mundo perfeito. E é mesmo, para um mundo máquina. Tudo pronto, vamos ao trabalho! Enfermeiros começam a visitar as casas de seus pacientes. Seu foco está na planilha, no processo, no resultado e, principalmente, no tempo e no custo. Recebidos pelos seus pacientes, os enfermeiros já sacam a injeção ao mesmo tempo que dão um bom dia e já aplicam o medicamento. Tudo muito preciso, rápido, perfeito. Para o sistema criado. O paciente decide falar algo para o enfermeiro, algo que sentira na noite anterior, mas o tempo urge, o relógio não para e o enfermeiro oferece suas costas como ouvidos à dor do paciente. Para melhorar ainda mais, códigos de barra são colocados nas portas das casas – dessa forma, podemos saber quando o profissional entra e sai e, assim, se na planilha tínhamos estipulado que ele ou ela deveria ficar lá por 9 minutos e 40 segundos, perceber que passar disso é custo, é ineficiência. Assim, dia após dia, como perfeitas máquinas, os profissionais seguiam seu caminho estipulado, perfeitamente montado, controlado. Contudo, os custos não caíram, e a satisfação dos clientes despencou tanto quanto a satisfação dos agentes da saúde.


O ápice, como relata Laloux, veio quando a organização pediu que os enfermeiros vendessem produtos aos pacientes, afinal tinham montado sua farmácia própria, e como não aproveitar o público bem ali, na frente dos funcionários? Um desses funcionários, que tinha alcançado alto status na corporação, se vê totalmente descontente e questionando a si mesmo sobre tudo o que estava acontecendo. Seu nome é Jos de Blok, fundador da Buurtzorg.

Ele não tinha em mente como fazer, embora tivesse um background em administração e economia. Blok convidou alguns enfermeiros para conversarem profundamente sobre o significado de ser esse profissional, essa pessoa que vai de casa em casa e entra na intimidade de outras pessoas para poder lhes ajudar. Ajudar como? Com medicamentos, com injeções e banhos? Não! Ajudar essas pessoas a ganharem mais autonomia pois, uma vez doentes, ela cai drasticamente. Assim, tornando uma longa história curta, Jos de Blok partiu da sua visão e da metáfora de um organismo vivo. Ainda mais ele, que lidava com organismos vivos debilitados. Ainda lida e cada vez mais, pois hoje são mais de 14 mil profissionais (embora seu site aponte mais 10.000). Impressionante, não? Calma! Impressionante é o fato de ter conseguido uma redução de 40% nos custos da operação. Mais profundo do que isso é, na verdade, como sua identidade de organismo vivo se desdobra na prática.

Aliás, os três pilares que listo agora são comuns na maioria dessas organizações, que são chamadas por Laloux de Organizações Teal: primeiro, mas não mais importante, é a autogestão. Esse pilar frita os neurônios! Sim, pois não há a figura do chefe. Não há CEO, CFO, COO, C Level. A Buurtzorg é organizada em células de 10 a 12 enfermeiros que, além de serem profissionais da saúde especializados, formam um time que faz tudo! Sim, absolutamente tudo! Contratam, demitem, decidem quem vai para onde, quando e como. Decidem quanto devem gastar ou economizar. Parece loucura, mas fique com os resultados alcançados em sua mente. Sei que isso é um pedido mecanicista, mas por hora nos ajuda. Imagine então que são mais de 1.000 times operando por conta própria! Talvez você pense que há temas e decisões que eles não conseguirão tomar. Cuidado!

Partimos, nessa afirmação, do princípio de que não há competência suficiente para isso. Há sim mas, mesmo quando não há, existem 25 coaches à disposição desses times – justamente para ajudá-los. Esses coaches não têm nenhum poder de decisão ou mando: eles estão lá para apoiar, orientar, mas não para decidir ou determinar nada. E, por fim, há Jos de Blok, o fundador. Então você pode pensar: “Ahá! Este manda!”. Não, não manda. Em organizações Teal, algumas das funções do “CEO” (entre aspas mesmo) é ser a fonte inspiradora, ser a figura pública da empresa, ser a pessoa que, quando a situação fica ruim, impede que a organização baixe o nível e volte a operar no sistema mecanicista. Haja coração! Mas, como Blok diz nesta entrevista (https://www.youtube.com/watch?v=wRf-NZQSHrA), o mundo está mudando rápido, ele é VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo, no acrônimo em inglês). Mas um VUCA visto pelo paradigma do organismo vivo, e não do paradigma mecanicista. Jos mostra que é realista nessa curta entrevista. Dados os frutos produzidos por essas empresas, percebe-se que, com o tempo, as outras ficarão para trás, pois perderão clientes e os talentos, já que, em um sistema vivo, além da autogestão, há dois outros pilares: integralidade e propósito evolutivo. Dois pilares que causam um terremoto capaz de abalar as estruturas de uma máquina bem estabelecida.

A integralidade, de forma simples, é poder ir ao trabalho por inteiro – mente, corpo e alma. Nada fica de fora. Como diria Ricardo Reis (um dos heteronômios de Fernando Pessoa): “Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim, em cada lago, a lua toda brilha, porque alta vive”.
Algumas empresas, como a Sun Hydraulics, têm coaches e conselheiros disponíveis não somente para seus funcionários, mas para suas famílias, para tratar de assuntos além dos profissionais. As dificuldades com o engajamento, muitas vezes tratadas com team building, fazendo experiências, pulando de lá para cá, são resolvidas com programas que visam ajudar os componentes dos times a saberem lidar uns com os outros como humanos. E por falar em humanos, nada mais evoluído do que a capacidade de, como diz Laloux, ouvir a vida que quer ser vivida através de nós.

Não se trata de estabelecer um propósito, e sim de saber ouvir o que a empresa, como um organismo vivo que é, deseja! Isso é o propósito evolutivo de forma simples. Aqui é de puxar os cabelos! Por conta disso, não há planejamentos e planos mega elaborados, apenas o suficiente para se tomar a decisão agora. Ouvir exige uma capacidade de se colocar em estado de presença, sentir o que deve ser feito agora e fazer. Deste fazer, observar o que emerge e então lidar com isso. Parece utópico? Insano? Improvável?

Bom, o tempo passa e o mundo exponencial, como se diz, vem atropelando aqueles que não se adaptam. Para alguns, esta é apenas uma sugestão; para outros, uma nova jornada.

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