O autoconhecimento está longe de ser um clichê

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Por: Graça Costi

Não é de hoje que o tema autoconhecimento está entre os mais estudados e acessados pelas pessoas. Essa palavra está presente em diferentes lugares:nos consultórios, nas universidades, nas organizações e nas rodas de conversa entre amigos.Para alguns é um tema que já está soando como um clichê, pois parece que todos nos tornamos experts no assunto. Porém, o fato de você saber a respeito e conhecer o tema autoconhecimento não significa necessariamente que você realmente se conheça – isso faz sentido?

Partindo-se do pressuposto de que para alguém se conhecer é necessário identificar suas forças e fraquezas e reconhecê-las no mesmo grau de importância, precisamos concordar que isso exige honestidade, humildade e coragem. Em alguns momentos, avançar no autoconhecimento traz ao indivíduo até mesmo a preciosa habilidade de “duvidar de si mesmo”, questionar suas próprias verdades, assumir suas vulnerabilidades mais íntimas, colocar-se em outra perspectiva e poder se perceber de maneira mais ampla e quem sabe nunca vista.

Assim como um espelho distorcido que gera uma visão não verdadeira da nossa imagem refletida, possuímos na nossa mente alguns espelhos (significados) disformes que fazem com que as interpretações sejam equivocadas. Construir a possibilidade de flexibilidade e amplitude mental é a porta de entrada para transformações significativas no ser humano, fazendo com que o reflexo seja o mais fiel e autêntico à essência de cada um.

O psiquiatra e escritor Viktor Franklafirma que existem duas forças psicológicas que nos proporcionam condições de seguir em frente: a capacidade de decisão e a liberdade de agir. Não estamos à mercê dos acontecimentos, pois somos nós que determinamos como nos deixaremos influenciar.

O aprofundamento no autoconhecimento se dá por meio da nossa capacidade de estarmos constantemente atentos aos nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos. Não basta sabermos quem somos e como somos, mas sim fazermos algo com aquilo que não está trazendo funcionalidade para nossas vidas. É como passar a descartar ou ressignificar as informações que temos na mente e que não são úteis, que podem estar nos impedindo de dar sentido as nossas escolhas, a nossa vida.

O que eu faço como que eu sei sobre mim? Qual é atitude que minha consciência toma frente ao autoconhecimento? Qual é o sentido que busco na minha vida?

Se tudo que está aqui reflete um pouco das nossas inquietações sobre o autoconhecimento, então ele está longe de virar um clichê!

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