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Em seu livro, The Advantage: Why Organizational Health Trumps Everything Else In Business, Patrick Lencioni, fala da vantagem competitiva das empresas saudáveis. E, propõe um modelo das quatro disciplinas para as empresas saudáveis, quais sejam: construir um time de liderança coeso, criar clareza, reforçar clareza e praticar a clareza excessiva.


Construir um time coeso de liderança é a primeira disciplina do modelo proposto por Lencioni e, em meu juízo a mais crítica, pois implica no conhecimento mútuo dos integrantes deste time, compartilhando mais do que ideias, suas fragilidades, mostrando-se eventualmente vulneráveis uns aos outros. Será que isso é possível?

Optei por me deter nesta primeira disciplina, neste artigo, e falarei dos demais futuramente, por entender da importância e relevância do mesmo. Trabalhando há anos com lideranças de diferentes níveis, penso que este é um grande desafio. E, quanto maior o nível hierárquico, maior a dificuldade para que essas fragilidades possam ser expostas e discutidas. Claro que o próprio autor menciona o limite tênue existente para que determinadas questões possam ser discutidas, sem que as pessoas se sintam demasiadamente expostas e fragilizadas e que as reuniões não se tornem um grupo terapêutico.


Entretanto, o que percebemos é que justo neste ambiente de baixa confiança e por consequência, de falta de segurança psicológica que observamos em algumas organizações, que nos deparamos com pessoas adoecendo e negócios com resultados ruins.


Como contribuir então para melhorar estes ambientes e transformá-los em espaços saudáveis? Acredito que o início está sempre em começarmos a olhar para dentro. Nos conhecermos melhor, para termos em primeiro lugar uma auto imagem mais realista, termos clareza sobre o impacto que causamos nos outros, sermos mais condescendentes com nós mesmos e exercitarmos a empatia.


Muito se fala hoje de empatia, mas quanto se pratica de fato? Empatia pressupõe uma dose de vulnerabilidade, de me conectar muitas vezes com sentimentos que não tão bons em mim, para possibilitar me conectar com o outro. Ou seja, não consigo me conectar com a dor do outro, se não me permitir me conectar com a minha dor.


Falamos em diversidade, em sermos abertos e sabermos lidar com a diversidade, será que isso é possível sem sermos empáticos de fato, não só no discurso? Ao observamos algumas pessoas falando vemos que as palavras por vezes traem o que o coração de fato sente. A coerência entre o que se fala e o que se sente é o que vai criar ambientes mais saudáveis e de mais segurança.

Reflita sobre isso e compartilhe o que você pensa a respeito

Andréa Mussnich*.

*Engenheira agrônoma, pela UFPel/RS, Pós graduada em Engenharia de Produção, pela UFRGS e Mestre em Administração de Empresas pela PUC/RJ. Também possui Formação em Dinâmica dos Grupos (SBDG/RS), formação em Coaching Ontológico (Leading Group Arg.). Certificada no Sistema Hogan de Avaliação e Analista Comportamental Profiler | Metodologia DISC. Consultora com atuação em desenvolvimento de pessoas com mais de 18 anos experiência atendendo empresas nacionais e multinacionais.


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